domingo, 15 de março de 2026

Apoio ao fim da escala 6x1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A maior parte dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6x1, proposta atualmente em debate no Congresso Nacional, e essa percepção avançou em relação ao levantamento realizado no final de 2024, mostra pesquisa Datafolha.


Para 71% dos entrevistados, o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% acreditam que não deveria; 3% não opinaram. As perguntas foram feitas de 3 a 5 de março.

O levantamento indica que o apoio cresceu em comparação ao registrado em pesquisa feita pelo instituto entre 12 e 13 de dezembro do ano retrasado, quando 64% se manifestaram a favor da medida, e 33% se posicionaram contra.
 

O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios pelo Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
 

O governo do presidente Lula (PT) já sinalizou que, apesar de o nome da proposta em debate --fim da escala 6x1-- evocar os dias de trabalho, a prioridade é a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, como disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, à Folha.
 

"A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações", disse o ministro.
 

O posicionamento é uma flexibilização em relação à PEC (proposta de emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais.
 

Ao analisar o perfil dos entrevistados, a pesquisa também mostra que os brasileiros economicamente ativos se dividem entre quem trabalha até cinco dias na semana (53%) e quem faz seis ou sete dias semanais (47%).
 

Apesar de o segundo grupo se encaixar entre os beneficiários do fim da escala 6x1, ele é menos favorável à medida: 68% dos que trabalham seis dias ou mais apoiam a medida, enquanto 76% daqueles que trabalham até cinco dias são favoráveis à redução.
 

Um dos fatores que ajudam a explicar essa diferença é a maior proporção de autônomos e empresários no grupo de pessoas que dizem fazer uma jornada semanal maior. Para eles, trabalhar mais tempo pode significar renda maior.
 

Já entre os que trabalham até cinco dias por semana, há uma participação maior de funcionários públicos, cuja duração da jornada não costuma influenciar a renda.
 

Da amostra entrevistada pelo Datafolha, 66% trabalham até 8 horas por dia, 28% mais de 8 horas a 12 horas e 5% mais de 12 horas; 1% não soube responder.
 

Com gol de falta de Kayzer, Vitória vence Atlético-MG no Barradão e mantém tabu de 12 anos na Série A

 

Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

O Vitória recebeu o Atlético Mineiro, na noite deste sábado (14), no Barradão, pela sexta rodada da Série A.

 No encontro entre Leão e Galo, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0. Renato Kayzer marcou de falta, no primeiro tempo, e Erick ampliou na segunda etapa.


Com o segundo resultado positivo na Série A, o Vitória chegou aos sete pontos e agora ocupa a 11ª colocação. Por outro lado, o time mineiro fica na 15ª posição, somando cinco pontos.

 

A vitoria do Leão também representa a continuidade de um tabu.

 O Atlético Mineiro não consegue superar o Vitória no Barradão há mais de 11 anos.

 A última vez que o Galo saiu vencedor foi em 2014, também em um jogo da sexta rodada do Brasileirão.

 

Agora o time comandado por Jair Ventura direciona suas atenções para a sétima rodada do Campeonato Brasileiro. 

Na próxima quinta-feira (19), o Vitória estará em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde enfrenta o Grêmio, na Arena do Grêmio, às 19h.

 

O JOGO


Logo no primeiro minuto de jogo, o Atlético deu início a uma jogada rápida e avançou ao ataque. Gustavo Scarpa recebeu o passe dentro da área e finalizou, mas a defesa do Vitória fez o bloqueio.

 

Boa chegada


O Galo construiu uma boa jogada pela direita com Reinier, que deu um passe para área e encontrou Alan Franco. 


O meia chutou bem, mas foi parado na defesa com a perna feita por Lucas Arcanjo, aos quatro minutos.

 

Galo chega outra vez

Depois de nove minutos jogados, o Atlético conseguiu uma boa troca de passes na entrada da área, onde Scarpa deu uma ajeitada de letra para Reinier, que finalizou forte, mas Arcanjo fez uma defesa firme.

 

GOOOOOL DO LEÃO!


Emmanuel Martínez conseguiu arrumar uma falta direta para o Vitória. Na cobrança da intermediária, Renato Kayzer bateu rasteiro e fez um belo gol para abrir o placar para o Leão aos 19 minutos.

 

Boa jogada

O Vitória construiu uma boa troca de passes em progressão pela direita. Aos 34 minutos, Baralhas passou para Matheuzinho na área e o camisa 10 cortou o zagueiro e finalizou para fora.
 

 

Cobrança de falta de Renato kayzer | Foto: Gleidson Santana/Bahia Notícias

 

SEGUNDO TEMPO

Aos sete minutos, o Vitória armou bom ataque pela esquerda. Ramon achou um bom passe para Baralhas, na entrada da área. O capitão tirou  do marcador e finalizou. A bola desviou na defesa e passou por cima do gol.

 

GOOOOOL DO LEÃO!


O Vitória construiu uma boa jogada pela direita onde Baralhas passou para Erick dentro da área. Aos 22 minutos, o atacante driblou Renan Lodi e chutou chapado, não dando chances para o goleiro Everson, 2 a 0 para o Rubro-Negro.

 

FICHA TÉCNICA


Vitória 2x0 Atlético-MG
Campeonato Brasileiro - 6ª rodada
Local: Barradão, em Canabrava
Data: 14/3/2026 (sábado)
Horário: 18h30
Árbitro principal: João Vitor Gobi (SP)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Luis Filipe Gonçalves Correa (PB)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Onde assistir: SporTV e Premiere
Gols: Kayzer aos 19’ do 1º tempo; Erick aos 22' do 2º tempo
Cartões: Caíque [Vitória]  / Tomás Perez, Preciado [Atlético]


Vitória: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Camutanga e Ramon; Caíque (Edenílson), Baralhas e Emmanuel Martínez; Marinho (Erick)-(Fabri), Matheuzinho (Anderson Pato) e Renato Kayzer (Reno López). Técnico: Jair Ventura.


Atlético-MG: Everson; Ruan Tressoldi, Ivan Román (Preciado), Júnior Alonso e Renan Lodi; Tomás Perez (Dudu), Victor Hugo e Alan Franco; Scarpa, Reinier (Minda) e Cuello (Hulk). Técnico: Eduardo Domínguez.

Mulher processa pedreiro após abandono de obra e prejuízo de mais de R$ 55 mil em Conceição do Coité

Foto: Reprodução/g1BA

A proprietária de um terreno em Conceição do Coité, na região sisaleira da Bahia, ingressou com uma ação judicial contra o pedreiro que teria abandonado a obra antes da conclusão.

 A mulher havia contratado o profissional para a construção de 10 kitnets por R$ 110 mil, mas, com cerca de 50% da obra concluída e quase 100% do valor pago, o homem deixou de aparecer no serviço.

Conforme o processo judicial, a proprietária do terreno firmou um contrato de prestação de serviços com o profissional, com início em março de 2025 e previsão inicial de entrega em novembro do mesmo ano.
Ela informa que pagou R$ 20 mil de entrada e realizou pagamentos mensais de R$ 10 mil, tendo quitado R$ 105.700 dos R$ 110 mil combinados. No entanto, conforme consta no processo, o pedreiro abandonou a obra, que já estava atrasada, no início de dezembro, deixando os serviços incompletos e sem justificativa formal.

A proprietária do terreno, que preferiu não ser identificada, explicou ao g1 que nem conseguia acompanhar o andamento da construção. “Quando eu ia lá na obra, muitas vezes estava fechada. Eu ia na casa dele e ele dizia que estava com dor na coluna e que ia para o hospital”.

Ela lembra que, tempo depois, descobriu que o pedreiro não estava se tratando no hospital, como alegava. 
O homem também não apresentou qualquer justificativa formal ao largar o serviço.
“Depois disso, ele disse que ia terminar minha obra, mas não terminou. Ele abandonou a obra e até com a chave ficou. Disse que ia se mudar para outra cidade e trocou o número de telefone”.
A avaliação do arquiteto responsável pela obra é de que a execução ficou em cerca de 50%. Porém, 96% do valor acertado (R$ 105,7 mil do total de R$ 110 mil) já foi pago. Nesse sentido, o cálculo apresentado na ação aponta que:
o valor correspondente à obra executada é de R$ 55 mil;
com isso, o prejuízo estimado seria de R$ 55,7 mil.

A vítima ressaltou ainda que, além da obra inacabada, deixou de receber a renda que seria obtida com o aluguel das kitnets. A proprietária também relatou que parte do serviço realizado precisou ser refeita.
Segundo ela, encanações teriam sido instaladas de forma incorreta e precisaram ser desfeitas por novos trabalhadores contratados para dar continuidade à obra. “Eu estou pagando diária para finalizar. Então é só prejuízo”.
Outro problema apontado foi a retirada do hidrômetro do imóvel sem autorização da concessionária.
 A mulher conta que a situação gerou aplicação de multa pela Embasa, o que aumentou os gastos. Além disso, a obra estaria se deteriorando devido às chuvas, já que permanece incompleta.

Ainda conforme o processo, a mãe do pedreiro chegou a intervir na situação e se comprometeu a resolver o impasse ou providenciar outro profissional para concluir a obra. No entanto, segundo a ação, nenhuma providência foi adotada posteriormente, o que teria prolongado os prejuízos da proprietária.
Ação na Justiça
A mulher informou que, inicialmente, não registrou ocorrência policial e optou por buscar solução diretamente na Justiça. Ela processou o pedreiro e também a mãe do homem. “Entreguei o processo no juizado depois que pedi ao arquiteto para avaliar a obra”.
Na ação judicial, a proprietária pede que os réus concluam a obra, custeiem outro profissional ou devolvam o valor do prejuízo de R$ 55.700. A mulher também solicita indenização de R$ 4 mil por danos morais.
O processo foi distribuído em 5 de fevereiro deste ano, na 1ª Vara do Sistema de Juizados da Comarca de Conceição do Coité. Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), uma audiência de conciliação foi realizada em 9 de março, de forma telepresencial, mas não houve acordo. O caso agora aguarda decisão do magistrado responsável.

PM Realiza simulado de roubo a banco em Serrinha

A Polícia Militar (PM) realizará, na próxima segunda-feira (16), a partir das 22h, um simulado de roubo a banco em Serrinha.

A ação será conduzida pelo 16º Batalhão da PM (BPM) em parceria com a Companhia Idependente de Policiamento  Especializado (CIPE-Nordeste).

Segundo a tenente-coronela Maria Aparecida,  comandante do 16º BPM, o exercício acontecerá na Praça Luiz Nogueira, nas proximidades do Banco Bradesco, e pretende aperfeiçoar o treinamento operacional das forças de segurança em situações de alto risco, como ataques a instituições financeiras.

Durante o simulado, serão utilizadas armas com munições de festim, explosões coreográficas e veículos sucatas que serão incendiados para reproduzir com realismo o cenário de um ataque criminoso.

 A comandante informou que todas as medidas de segurança serão adotadas para garantir a integridade dos participantes e da população local.

Moradores e comerciantes da região serão previamente orientados para evitar alarmes falsos ou pânico durante a simulação.

Aparecida informou ainda que o treinamento faz parte de uma estratégia de aprimoramento do policiamento tático e de resposta rápida em casos de crimes violentos contra instituições financeiras, prática que tem sido alvo de ações preventivas em várias cidades do estado

sexta-feira, 13 de março de 2026

Serrinha: Investigado por estupro de criança de 3 anos é alvo de busca e apreensão

Um simulacro de arma de fogo foi apreendido na residência de um homem de 36 anos, na quarta-feira (11), no bairro Novo Horizonte, em Serrinha. 

De acordo com a ocorrência, existia uma denúncia anônima de que o suspeito possuía uma arma de fogo.

O suspeito é investigado pelo crime de estupro de vulnerável contra uma criança de três anos e possui histórico de registros de boletins de ocorrência por violência doméstica contra três mulheres.

O mandado de busca e apreensão foi cumprido por meio do NEAM de Serrinha, na residência do investigado, pela autoridade policial, o que resultou na apreensão do simulacro.