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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Mutirão oferece exames gratuitos de glaucoma em Serrinha até terça-feira (24)

Segue até esta terça-feira (24) o mutirão com avaliações gratuitas de glaucoma e distribuição de colírios promovido pela Prefeitura de Serrinha, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com o HCOE Hospital de Olhos.

 A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso a procedimentos oftalmológicos e reforçar a prevenção da doença.

Os atendimentos são realizados a partir das 8h, no Centro de Especialidades Médicas (CERM), localizado na Rua Álvaro Augusto, no bairro Cidade Nova.

A ação é destinada a pessoas que já possuem diagnóstico de glaucoma, que apresentam sintomas relacionados à doença ou que tenham a partir de 50 anos de idade. Para participar, é necessário apresentar cópias dos seguintes documentos:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Cartão do SUS;
  • Receita do procedimento ou de atendimento anterior (se houver).

O glaucoma é um grupo de doenças oculares que pode danificar o nervo óptico, levando à perda gradual da visão, muitas vezes sem apresentar sintomas nas fases iniciais. 

A condição é considerada a segunda principal causa de cegueira no mundo. 

Embora esteja frequentemente associada ao aumento da pressão intraocular, a doença também pode ocorrer em pessoas com pressão ocular normal.


sábado, 14 de fevereiro de 2026

Vacinação gratuita contra HPV é disponibilizada para jovens entre 15 e 19 anos em Serrinha

Adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos podem se vacinar contra o HPV gratuitamente em Serrinha.

 Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as doses são aplicadas nas Unidades de Saúde da Família (USFs) e no Centro de Saúde Luiz Eduardo Magalhães até junho deste ano.

A vacina já era gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas o Ministério da Saúde prorrogou a campanha de resgate para jovens de 15 a 19 até junho de 2026.

Além desses grupos, a vacina é ofertada para:

  • pessoas de 15 a 45 anos usuárias de profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV;
  • pessoas imunodeprimidas na faixa etária de 9 a 45 anos;
  • pessoas com papilomatose respiratória recorrente (PRR).

As USFs funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Vacina contra HPV previne câncer – O HPV é responsável por 99% dos casos câncer de colo de útero, o terceiro mais frequente entre as mulheres no Brasil, sem considerar os tumores de pele não melanoma. 

Atualmente, o câncer do colo de útero é considerado passível de erradicação, por meio da vacinação, rastreamento e tratamento das lesões.

A proteção se estende para outros tipos de câncer, como o de pênis, ânus, orofaringe, vagina e vulva.

Estima-se que mais de 80% das pessoas serão infectadas pelo vírus HPV, que é altamente contagioso, em algum momento da vida, mas isso não significa que toda infecção vira câncer. 

Dados do Ministério da Saúde apontam que o HPV atinge 54,4% das mulheres que já iniciaram a vida sexual e 41,6% dos homens.

O imunizante contra o HPV está disponível no SUS desde 2014, quando foi incluído no Plano Nacional de Imunizações (PNI). 

Inicialmente, a vacina era oferecida apenas para meninas, e os meninos entraram para o público-alvo em 2017.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Índia confirma surto do vírus Nipah. Mais de 100 estão em quarentena

O governo da Índia confirmou cinco casos de pacientes infectados com o vírus Nipah.

Podendo causar quadros graves em humanos, o Nipah é considerado letal e segue com acompanhamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Ao todo, quase 100 pessoas estão de quarentena para evitar uma maior contaminação.

Primeiramente, o Nipah tem uma transmissão com o consumo de alimentos contaminados, mas pessoas infectadas transmitem para outras. Similar a Covid-19, os sintomas do vírus são dor de cabeça, febre, dor muscular, dor de garganta e vômitos.

 Além disso, é comum que o paciente sinta tontura, sonolência, consciência alterada e sintomas neurológicos

Uma das principais preocupações acerca do vírus é desenvolver encefalite, que podem levar a convulsões e comas entre 24h a 48h. 

14 dias podem separar o início dos sintomas e a infecção em si. A taxa de letalidade pode chegar a 75% dos casos.

Até então, não existe tratamento ou vacina contra o vírus Nipah. A pesquisa sobre o vírus é tratada como prioritária pela OMS, visto o risco de causar uma futura pandemia.